UM TORNIQUETE CHAMADO SAUDADE 2: 200 POEMAS SOBRE SAUDADE
Por MARCOS AVELINO MARTINSSobre o livro
125º livro do autor das séries “OLYMPUS” (14 volumes com 300 poemas em cada) e “EROTIQUE” (10 volumes com 50 poemas em cada), sendo 123 deles publicados na Amazon.
Alguns trechos:
“Como pôde morrer aquele amor gigantesco, / Que em seu lugar deixou esse buraco grotesco, / Que não dá sinais de um dia ser preenchido / Por outro amor para meu coração desiludido?”
“Em Roma, às margens do Rio Tibre, / Encharcando-me de Cuba Libre, / Súbito, pego-me pensando nela, / Cuja lembrança sempre me enregela, / Sob a luz desse imenso luar,”
“Façamos valer a pena cada minuto, / Esqueçamos o angustiante correr das horas, / Desarmemo-nos, em nosso último reduto, / Antes que surja a mais triste das auroras… / Depois, o vento levará para longe todas as folhas, / E amargaremos o tipo mais cruel de saudade! / A vida traz-nos algumas simples escolhas, / Mas outras, fazem doer por toda a eternidade…”
“Tudo o que restará de nós serão poemas, / Tantos textos de amor que você me inspirou, / E que ao relê-los, trarão tristezas supremas, / Rastros desse amor que a saudade deixou…”
“Ah, ausência que me devora, / Por que ainda devo guardá-la, / Se até hoje ainda me apavora, / Essa saudade que me apunhala?”
“Pois enquanto as nuvens ocultam a lua / Outra chuva branda em forma de pranto / Escorre pela minha face que acentua / A saudade tua que me dói tanto”
“Meus rins filtram e jorram ideias / Que meu cérebro converte em poemas, / Tramas de amor, saudade ou epopeias, / Com ferozes batalhas entre os fonemas! / Mas na autópsia, já será muito tarde / Para descobrirem como isto pode ocorrer, / Essa insana atividade neste corpo que arde / Por teu amor, até quando eu morrer…”
“Por isto, tristeza, sente-se em qualquer canto, / Para mim é o fim, para você pode ser só o começo /
De uma história que perdeu todo o encanto!”
“Você tem muitas curvas, eu muitas retas, / E em meus sonhos encontrei a realidade: / Dizem que o amor faz de todos poetas, / Agora sei que isto afinal é verdade, / Pois Cupido atingiu-me com duas setas, / Uma cheia de amor, a outra, de saudade…”
“Foi a Lua / Que me enfeitiçou / E sob a influência do luar / Assim libertou / Meus versos para se derramarem / Na rua / E atravessarem / O mar”
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