Um Aceno e Eis a Civilização

Por Rogerlando Cavalcante

Sobre o livro

O poeta cita gestos cotidianos de pessoas conhecidas que se cumprimentam: “Ergue a mão, mexe a cabeça, olha apenas/ Gente passa e sempre me cumprimenta”. (…)

Para o poeta o ser cabe num “aceno” – e cada indivíduo representa a humanidade em geral (“eu a todos/Soo”) e uma civilização em particular: (…)

“Os tenho na alma e a alma se volta e acena” – esse único verso diz tudo.

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores