Tratado da cosmologia perpétua: Fundamentos da Filosofia da natureza e princípios fundamentais da essência do ser (Tratados Filosoficos)

Por PAULO Cesar Junior Borges de Lima

Sobre o livro

Sinopse de O Tratado da Cosmologia Perpétua: Fundamentos da Filosofia da Natureza e Princípios Fundamentais da Essência do Ser

Nesta obra monumental, Paulo Cesar Junior Borges de Lima — filósofo independente e criador de sistemas como a Antropologia do Indivíduo, a Sociologia Periousialética e o Darwinismo Ontológico — apresenta a fundação de uma nova metafísica: a Cosmologia Perpétua. Trata-se de um esforço sistemático para unificar natureza, espírito e razão em uma ontologia viva, autossuficiente e escatologicamente renovável.

Partindo das tradições de Espinoza, Leibniz, Conway, Wolff e Schelling, Paulo Cesar reformula o problema do absoluto, propondo que o universo não é um “eu adormecido” nem uma totalidade estática, mas uma dialética viva entre o Ser e o Não-Ser, onde cada mônada vibra em dilemas eternos — os abyflictus — que sustentam a criação contínua do real.

Dividido em “Primazias”, o tratado desenvolve axiomas e teoremas sobre a origem da matéria, da vida (Zoe), da consciência e da história natural. O universo é descrito como uma morada de probabilidades, onde o movimento é estético e a dor (dolus mater) é o motor metafísico da evolução. A vida, nesse contexto, é o “impossível tornado possível”: o acidente do absoluto que busca perpetuar-se pela consciência.

A obra culmina na doutrina da Estética Absoluta, onde Deus é entendido como o limite ontológico do cosmos — não uma pessoa, mas a própria harmonia barroca das mônadas em devir. A criação, assim, não é teleológica, mas pabalógica: renova-se eternamente no efêmero, sem destino último, mas com finalidade estética.

Combinando teoremas, axiomas e poesia filosófica, O Tratado da Cosmologia Perpétua inaugura uma nova Filosofia da Natureza, em que a ciência, a arte e o espírito são faces de uma mesma dialética — o universo como organismo vivo, movido por dilemas insolúveis e pela eterna busca de perfeição no caos.; o idealismo perpétuo e a criação da doutrina do movimento puro surge como uma revolução na Filosofia Idealista

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