Sobre o livro
Basta ser livre para ter que viver é, por si, um risco.
Na prática, a liberdade estabelece regras mais que de convivência, de sobrevivência. O absurdo é impor.
(…)
“Malignos impõem felicidade”…
(…)
…Eis a libertação que escraviza: homens prisioneiros de suas crenças.
(…)
E homens prisioneiros de suas crenças não são felizes – são malignos.
O homem não é destituído de crenças, como não o é de valores que livremente adota: eis a liberdade que limita, civiliza.
E é somente isso que homens felizes cultivam: a liberdade.
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