Que Venha a Seca: modelos para gestão de recursos hídricos em regiões semiáridas

Por Marcos Freitas

Sobre o livro

O autor não se propõe a lutar quixotescamente contra a seca e derrotá-la, mas sim compreender os fenômenos envolvidos nos diversos tipos de seca, conjeturar sua ocorrência, sua duração e sua intensidade, e estabelecer critérios para que sejam tomadas decisões realistas, que não tenham como objetivo demagógico a sua quimérica destruição, mas sim a sua “domesticação” por meio do estabelecimento de maneiras racionais de conviver com ela.

São dissecados os modelos chuva-vazão utilizados na região semi-árida, os de geração sintética de vazão, os de estimativa de demanda, os de alocação de água e os de rede de fluxo.

Também são examinadas as análises multicritério e de risco, e estabelecidos critérios para operar reservatórios em condições de escassez hídrica. Por fim, são analisados planos de convivência com a seca e a atenuação de suas conseqüências funestas.

Trata-se de um livro complementar à cadeira de Hidrologia, para ser utilizado principalmente pelos cursos que têm em vista a formação de hidrólogos que vivem e trabalham nas regiões assoladas pelas secas, constituindo-se em uma fonte segura de pesquisa sobre o tema.

Embora haja interdependência entre os capítulos, eles podem, até certo ponto, ser lidos independentemente uns dos outros, fazendo com que o livro possa ser também usado como manual de procedimentos por gestores, administradores públicos e demais tomadores de decisão, uma vez que cada capítulo possui sua própria lista bibliográfica.

Prefácio – Antônio Cardoso Neto.

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