Sobre o livro
rônicas e contos que eu havia produzido em alguns anos antes da “Pandemia” do coronavírus. São produções que enfatizam e fazem pensar na vida de uma forma de gratidão e amadurecimento, onde muitas vezes demoramos muito tempo para entender.
Escrever é uma fonte de colocarmos nossos pensamentos, nossas aflições, ou até mesmo nossos objetivos e o que queremos da vida.
O primeiro poema, denominado “ Até quando”, enfatiza minha ira, ou revolta com nós mesmos, seres humanos que chegamos a um ponto de total incompreensão com o nosso próximo e conosco mesmo.
O poema seguinte, por sua vez traz como nome “Gratidão”, uma palavra que muda sua vida, conforme você a utiliza, remetendo-se boas vibrações. A poesia “Mar”, remete-nos a olharmos para a natureza, as energias boas e sensações que ela nos proporciona.
Em seguida, “Meus pensamentos”, que ressalta ideais, alusão e referência para vivermos melhor.
Meus poemas, leva-me para várias vertentes, posteriormente, trago o poema ”Minha mulher”, valorizando a pessoa que sempre está ao seu lado é fundamental para que um relacionamento possa ser duradouro e feliz, coisa rara neste mundo.
Um dos poemas que traz reminiscências e saudade é “Pai”, pois, lembro-me de seu jeito, sua doçura e seu encanto, que depois de muito tempo, percebi que tenho muito dele, ou seja, pelo lado físico, queria ser eu igual a ele.
O poema seguinte, traz novamente minha mulher, com o nome “Patricia”, um acróstico, que traz suas qualidades humanas.
Como sou um sonhador, pois nunca deixei de sonhar, o próximo poema chama-se “ Sonhos”, um poema que mostra meu sonho de criança e que agora se realiza, visto que, assim, consegui ser um professor, amante da arte e de propor a formação de uma cidadania mais justa, digna e humana.
O outro poema, chama-se “Terra hospitaleira”, poema que me faz e valorizar a terra em que vivemos, fazendo assim, valorizarmos tudo que nos cerca, produzindo boas energias em nossa volta.
O poema “Vida”, foi um presente de Deus, pois a vida é uma dádiva do pai celestial, portanto, devemos agradecer a cada dia por este presente tão peculiar e único. “Ausência”, o próprio nome nos causa uma certa nostalgia, por isso este título a minha primeira “Crônica” nesta coletânea.
Esta crônica mostra o quanto somos vulneráveis, dependentes, e que precisamos do outro para preenchermos, e que não podemos ficar muito distante.
A outra crônica chama-se “Família”, esta crônica faz-nos a valorizarmos mais nossa família, aquelas pessoas que sempre estarão ao nosso lado e que nunca nos deixarão, aconteça o que acontecer.A crônica “ O sorriso que me cativou”, traz a humildade de reconhecer e voltar atrás em suas ações anteriores, e que ninguém tem nada a ver com seus problemas, portanto não trate ninguém mal, dê um abraço, um sorriso que tudo muda.
Meu lado contista traz um conto muito interessante chamado: “Minha sina”, este conto leva o interlocutor a pensar que nosso amadurecimento tem um prazo para chegar, ou seja, uma data exata, e não é bem assim, pois cabe a Deus e as circunstâncias da vida, o nosso amadurecimento, nosso crescimento intelectual, pessoal e humano.
Este conto também traz um romance, sonhos que se misturam e entrelaçam nos embaraços da vida.
Para finalizar, o conto “Planos”, que mostra a vida de um casal cheio de sonhos compartilhados com um amigo invejoso e cheio de más intenções, no entanto, é desmascarado no final e preso, deixando assim, a liberdade alheia, longe dos olhos de pessoas que querem roubar sua vida.
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