PERDAS MATERIAIS PARA O HOMEM (1)

Por ANTONIO PIMENTEL

Sobre o livro

É importante ter em mente, para nosso conhecimento, que tudo o que nos acontece nesta vida, sejam coisas boas ou más, alegrias ou infortúnios, sorte ou azar, tem uma razão de ser. Tais situações não acontecem por acaso.

Quando Pedro cortou a orelha de um soldado com sua espada em defesa de Jesus, o mestre nazareno, por meio de sua capacidade extrassensorial, corrigiu o que ele fez, permitindo que a orelha do soldado voltasse ao normal. E disse ao discípulo: “Aquele que matar pela espada, pela espada morrerá”.

Naquele momento, Jesus asseverou a Pedro sobre a lei de causa e efeito. Saber que a vida continua, de que somos um ser espiritual com passado, presente e nos encaminhamos para o futuro, nos traz um maior entendimento da nossa estadia na Terra.

O corpo é transitoriamente o veículo que permite o aprendizado. Ele nos trará o amadurecimento e o aperfeiçoamento, como espíritos individuais e imperecíveis. Desse modo, há uma percepção de que tudo o que fazemos nesta vida é submetido à lei do retorno.

O sofrimento, a dor e a perda, na verdade, são as consequências dos males que fizemos a alguém em vida pretérita ou a nós mesmos: causa e efeito.

A obra traz esclarecimentos sobre as perdas materiais em decorrência de ações anteriores, abordando em outro momento a situação cármica de pessoas que perdem entes queridos. É importante que tenhamos o conhecimento sobre as ocorrências com perda material para o homem.

Há, por parte das pessoas, um questionamento relativo as causas que levam outras a ter sorte na vida, em detrimento daquelas que são desfavorecidas no decorrer de sua existência.

Outra questão abordada no livro se dá com relação à incapacidade ou à dificuldade que homens e mulheres têm na geração de crianças. Pela lei de causa e efeito, há um entendimento de que a causa dessa inaptidão está no aborto.

A obra traz também questões sobre as consequências do abandono de crianças pelas mães, e as causas de algumas pessoas serem maltratadas na velhice. A solidão no ser humano é supostamente uma consequência de uma vida de egoísmo.

É um dos pontos abordados, já que o assunto possui relevância nos dias atuais. Desse modo, o livro traz o entendimento das causas para outras situações, que devem ser analisadas com bastante seriedade.

Isso porque, o conhecimento das causas, para os males e para as perdas a que somos expostos traz resignação e força interior às pessoas. Tal fato permite que nos tornemos mais fortes diante das provas e expiações às quais somos submetidos.

O resultado é um aprendizado maior e a percepção de que devemos transformar nossos vícios de imperfeição em virtudes mais nobres, em função da reforma íntima a ser trabalhada para a mudança de atitudes.

ANTONIO PIMENTEL

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