Sobre o livro
São pouco mais de 70 crônicas sobre a relação do autor, sua infância e adolescência com seu clube e histórias curiosas das Copas do Mundo.
Seguem trechos de três delas: …Eu “fechava uma mesa”, ainda assim, vi Paulo César Lima, o Caju, esticar uma bola para Renato que enveredou e entortou o alemão como se estivesse jogando no estádio da Montanha em Bento Gonçalves. Bateu entre o goleiro Stein e a trave.
O arqueiro petrificou (com o perdão do trocadilho; para quem não sabe Stein= Pedra, na língua de Goethe). Golaço!!! (O Jogo da Noite Eterna) …Perguntado se não teve medo daqueles enfrentamentos, respondeu:- Não sei o que é isso.
Sou de uma terra, onde as pessoas, se tem que fazer alguma coisa, vão e fazem… (Vamos “Caciar”, Telê?) …Fora do campo, uma organização terrorista havia comprado 7.000 ingressos para o jogo e estava planejando fazer um protesto durante a partida.
Mujahedin Khalq era um grupo baseado no Iraque financiado por Saddam Hussein, cujo principal objetivo era desestabilizar o regime iraniano.
Então, temia-se tudo naquele confronto pelo Grupo F de Irã e EUA, integrado também, por Iugoslávia e Alemanha, programado para o dia 21 de Junho na cidade de Lyon… (Uma Chance à Paz)
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