Sobre o livro
Qualquer Arte
A cair da tarde, eu choro a sua ausência
Onde está, amor, que não veio me ver?
Para colher as flores que plantou no meu peito
Venha e colhas cada botão de rosa
São flores que cheiram a amor, desejo e prazer
Venha, amor, venha me ver!
Seus olhos cintilam como as estrelas
E enchem de luz o meu coração que chora
No mar do desejo em teus olhos, eu nadei
O meu coração bateu com força em minha mente
E resplandeceu em mim um vibrante sentimento
Um forte e profundo desejo latente!
Como as meigas flores, tens um doce aroma
Um cheiro da felicidade, de saudade e de querer
É certo que amar nesta vida é sofrer
Mas amarei-te sempre neste mundo e no além
Sempre, sempre, sempre…
Eternamente!
E quando saudoso vier me visitar
Fecharei todas as portas para que não vá
E mesmo que o orgulho tombe e desabe, não deixarei que parta
Cairei de joelhos, implorando que fique
Recitarei uns poemas ou farei qualquer arte
Porque, amor, é uma grande agonia sempre que parte!
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