Os Primeiros Mapas: o Brasil na Cartografia do Século XVI

Por Giovanni Colossi Scotton

Sobre o livro

O período renascentista foi marcado pelo despertar científico, cultural, social, econômico e artístico na Europa. A cartografia não ficaria para trás junto a outras áreas do conhecimento humano, mas dar-se-ia início ao seu caminho para o amadurecimento científico.

No início do século XVI, a sociedade europeia se deu conta de que o mundo que conhecia praticamente dobrou de tamanho, graças aos descobrimentos ultramarinos. Esse fator gerou um grande impacto na sociedade do período, que logo percebeu a necessidade de desvendar as novas terras.

A partir de então, as nações europeias iniciaram o que se pode chamar de uma corrida exploratória para identificar a natureza destas terras desconhecidas que, invariavelmente, foram sendo cartografadas.

É neste contexto histórico que o livro se insere, analisando a produção cartográfica referente ao Brasil quinhentista, procurando compreender como o território foi sendo reconhecido nas diferentes escolas cartográficas europeias.

Para tanto, o autor busca contextualizar a sociedade europeia do período, o desenvolvimento tecnológico renascentista e os principais centros produtores de mapas.

A investigação científica neste espaço-tempo leva a compreender os contextos pelos quais os mapas foram sendo criados, seus objetivos, funções e os métodos empregados, revelando o retrato de um território completamente novo, desconhecido e inexplorado.

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