Os portais do esquecimento: Uma história de horror sobrenatural e tempo esquecido

Por C. M. MARTINS

Sobre o livro

Uma carta chega às mãos de Thomas Wren, um jornalista à deriva, cuja carreira desmoronou junto com sua vida pessoal. O envelope não tem remetente, apenas coordenadas geográficas e uma frase escrita em letras trêmulas: “Eles estão vivos nos lugares onde o tempo parou”.

Anexa, uma foto desbotada de uma mansão abandonada, sua janela escura habitada por uma figura indistinta — algo que não deveria estar ali. A assinatura é a do Dr. Elias Morgan, um historiador obcecado por lugares onde o passado não descansa. Um homem que desapareceu sem deixar rastros.

O que começa como uma última reportagem transforma-se em uma descida aos infernos. Thomas segue pistas esparsas— um diário com páginas arrancadas, um relógio enferrujado marcando uma hora que não existe, símbolos antigos riscados em pedras esquecidas.

Cada passo o leva mais fundo em um quebra-cabeça macabro, onde paredes sussurram em línguas mortas, florestas escondem rostos nos troncos, e reflexos no espelho mostram o que não deveriam. Algo o observa. Algo que não é mais humano. O Dr. Morgan deixou avisos, mas será tarde demais para entendê-los?

Por trás de cada mistério, uma sociedade secreta aguarda, e uma entidade antiga — presa entre os segundos e a eternidade—anseia por libertar-se. O tempo não é uma linha. É uma porta. E Thomas está prestes a abri-la. “Alguns lugares não foram feitos para os vivos.

Alguns segredos não devem ser descobertos.”

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