Sobre o livro
Texto ensaístico; defende o resgate da liberdade discursiva do corpo, como força criativa e política da “cultura de si” a partir de investigação filosófica centralizada na ideia de ruína genealógica e da memória acerca da ideia de corpo, de subjetividade, de direitos humanos.
Apontam-se os mecanismos de condicionamento espiritualista histórico vulgar ocidental e todo o processo de empreendimento da colonização, metafísico, estatal.
As manobras de subjetivação do processo histórico ocidental, catequizado, a partir do cálculo perverso dos filósofos “políticos” em suas monstruosas apatias pelos direitos humanos são denunciadas.
O presente trabalho se dirige, assim, aos corpos combatentes e não aos corpos dominantes adoradores de dialéticas. Busca avaliar aspectos da dominação a partir da negação da possibilidade de uma identidade própria aos corpos negros.
A fundamentação teórica é Foucault, Fanon e principalmente Achile Mbembe.
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