Os campos de concentração brasileiros: Primeiro antecedemos, depois imitamos os Nazistas.
Por João FigueiredoSobre o livro
O livro aborda a questão dos campos de concentração brasileiros que existiram no Nordeste durante a seca de 1932, para evitar que os retirantes perambulassem pelas cidades, especialmente Fortaleza-Ce, e os campos que foram criados dez anos depois, em 1942, para o encarceramento, e trabalhos forçados em alguns casos, de pessoas vindas dos países do Eixo (Alemanha, Itália e Japão).
A maioria era de prisioneiros de guerra, capturados na Europa, enviados para o Brasil para trabalhos forçados, como parte de um acordo do governo brasileiro com os EUA, para obter mão de obra gratuita e compensar os gastos com a guerra. O livro se divide em três partes.
Na primeira parte, o aborda a questão dos campos decorrentes da seca nordestina, em cordel, com estrofes em septilha; na segunda parte aborda os campos decorrentes da Segunda Guerra, em cordel, com estrofes em sextilha; e na terceira parte aborda os dois assuntos em um texto em forma de artigo.
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