Sobre o livro
Quando foi que ouvimos falar de Napeiag? Todos conhecem um pouco sobre os heróis, os vilões e as aventuras desse reino tão distante no tempo.
Milhares de anos se passaram, mas as histórias continuam nas memórias dos mais sábios, dos curiosos e daqueles que sabem que um mundo de criaturas mágicas ainda existe, e que não somos mais que repetições desses reinos passados.
Por que, então, saber das histórias de tempos tão idos, de reinos tão distantes e personagens tão misteriosos? É porque, e aí está a sabedoria, ao saber dessas histórias, ampliamos a visão dos nossos dias e melhoramos como seres humanos, ou como monhaus! Quer saber o que é um monhau?
Então basta mergulhar na leitura desta obra para viajar junto com os personagens. Eles levam a uma dimensão profunda da imaginação e da fantasia. O livro começa a narrar os tempos em que monhaus e humanos viviam em paz, há milhares de anos.
Mas como nada dura para sempre, os conflitos vieram, também vieram as guerras, as traições, mas também a valentia e a honradez de heróis, como Sessilu, o Herói Nômaro, os quais foram fundamentais para o desenvolvimento dos reinos e para a convivência das espécies.
E, falando das “espécies”, por que não falar da misteriosa e mágica Mistera Natea, a Princesa dos Monhaus? Ela sim, uma verdadeira heroína. Sessilu e Mistera são os mocinhos que buscam a paz, mas há na vida deles o grande vilão, o Monstro Ruivo. Por que esse nome? Ah…
o leitor terá de ler a história para descobrir. E a história é grande… pois o universo desse mundo também é grande. São gerações e dimensões que se cristalizam em ARCOS. E esta obra apresenta os feitos do PRIMEIRO ARCO.
Nesse, algumas histórias são contadas de cada um desses três personagens principais. Conta-se da bravura e excelência em combate de Sessilu derrotando criminosos e provando seu valor como um verdadeiro herói.
Sem deixar de falar, é claro, dos poderes de Mistera, em uma de suas vidas passadas, sacrificando-se salvando a vida de uma criança para parar uma guerra entre humanos e monhaus.
Para quem gosta do macabro, há as façanhas vis e hediondas do Monstro Ruivo, apenas confirmando muitos dos inúmeros boatos a seu respeito, sobre sua fúria e maldade. Afinal, Napeiag é um reino só de fúria e violência? Não, claro que não!
Neste PRIMEIRO ARCO o leitor pode conhecer um pouco dos líderes de vários Impérios, dos Reinos, das Cidades Livres, das Religiões e das culturas de cada povo. Mas o clímax é o grande confronto entre Sessilu e o Monstro Ruivo. Que batalha! Quem morre? Quem vence?
Pelos Arcos do universo perdido, como essas lutas foram cantadas pelos poetas de séculos em séculos! Até os bardos mágicos de Tredaine, a gigantesca floresta repleta de monhaus, não cansam de cantá-las. Mas essa batalha foi terrível! Terrível! E pela sua conclusão, qual será o destino dos humanos?
Qual será o destino dos monhaus? Essas perguntas se referem ao destino desse mundo… Este Arco termina quando todos os líderes de Reinos e Impérios se reúnem e se comprometem em…. ah… não! Para saber, será preciso ler esse livro e viajar para Napeiag!
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