O Vírus Que Matou O Tempo: Contos da Pandemia

Por Mario Lopes

Sobre o livro

O Vírus Que Matou O Tempo é um livro com onze contos onde o coronavírus é personagem, pano de fundo e pretexto para a revelação da alma humana em situações limite.

As histórias flertam com os excessos, assimilam o absurdo da própria pandemia para extrair dele uma escalada de revelações e acontecimentos que podem surpreender, fazer rir, gerar reflexão, comover ou até enojar.

Elas adotam narrativas de formatos diversos e gêneros variados: tragicômico, realismo fantástico, humor nonsense, sci-fi, drama, terror, policial, erótico, romance e suspense. Os contos orbitam o universo das relações afetivas em amplo contexto: conjugal, familiar, profissional, comunitário.

E os personagens se enquadram em uma vasta pluralidade de camadas da sociedade e do imaginário popular: militares, cientistas, mecânicos, autônomos, balconistas, médicos e monstros. Em todos os casos, a pandemia não surge de maneira óbvia e cronológica.

Somos trazidos para ambientes diversos, muitas vezes no pré, outras no pós e, na maioria dos casos, em um durante que se mostra apático ou apocalíptico.

O Vírus Que Matou O Tempo é um trabalho absurdamente contemporâneo e que visa um público interessado em narrativas que tratam o mundo atual e nossas perspectivas de forma ao mesmo tempo realista e hiperbólica, como no caso das séries Black Mirror e Breaking Bad, mas também é possível identificar influências de Luís Fernando Veríssimo, Franz Kafka e do grupo britânico Monty Python.

A versão e-book conta com um propósito muito especial: a renda (descontados os royalties da plataforma de comercialização) será integralmente revertida ao tratamento de câncer de Tatiana Lopes Gabriel.

Outro detalhe importante: um de seus contos (Os Últimos) se tornará filme, com produção da Easy Filmes, estando em fase de pré-produção. A proposta é: já que não se fala de outro assunto, que tal falar do mesmo assunto de um jeito diferente?

Com mais humanidade e menos gráficos, com lupa sobre as pessoas ao invés de microscópios sobre o vírus. Já que não podemos sair desse “novo normal”, pelo menos nos é possível olhar de fora dele. E essa contemplação tende a ser reveladora.

Pode nos fazer sentir menos saudade do normal e mais vontade do novo.

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