Sobre o livro
«Em 1978, um grupo de amigos, na altura prestes a entrar na faculdade, trava conhecimento com um estranho homem numa aldeia da Beira Baixa, a Azinhaga dos Morituros. O seu nome era Lopo. Os encontros foram-se multiplicando até à data da sua morte, em 1989.
Foi por ele que tomaram conhecimento da Lenda da Azinhaga dos Morituros e assistiram aos últimos tempos de uma tradição que julgavam há muito desaparecida. Dois mundos se confrontaram então: o antigo e o moderno. O Teatro dos Mundos não fala de outra coisa.
Nele encontramos a dramatização de dois mundos em conflito.» E esta dramatização é longamente aprofundada por um intenso debate filosófico, histórico, teológico e artístico.
Este livro contém um link ( onde, entre fotografias, desenhos e traduções de poemas antigos, poderá ouvir onze músicas, produzidas por João Gil, e conta com as vozes de Isabel Silvestre e Celina da Piedade. João Gil procurou combinar numa mesma expressão artística dois géneros musicais em conflito: o tradicional e o moderno. Este trabalho artístico representa uma espécie de “música de cena” apropriada à história relatada.
Este livro está escrito em Português de Portugal.
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