O Subterrâneo do Morro do Castelo
Por Lima BarretoSobre o livro
Em 1905, durante as obras de modernização do Rio de Janeiro promovidas pelo prefeito Pereira Passos, o Morro do Castelo foi parcialmente derrubado para a abertura da Avenida Rio Branco (originalmente chamada Avenida Central).
Lima Barreto, então colaborador do jornal Correio da Manhã, começou a publicar em 28 de abril daquele ano uma série de crônicas sobre a demolição.
À medida que as obras avançavam, os textos publicados no jornal ganhavam contornos de ficção, explorando a lenda urbana sobre um tesouro que teria sido enterrado pelos jesuítas sob o morro.
Ao mesmo tempo, explorava uma história de amor entre uma aristocrata, seu amante jesuíta e o francês Jean-François Duclerc.
A última crônica sobre o tema foi publicada em 3 de junho de 1905[4]. Publicados sem assinatura, os textos foram mais tarde identificados como de autoria de Lima Barreto pelo seu biógrafo Francisco de Assis Barbosa.
Só em 1997 os textos foram reunidos e publicados em forma de romance.
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