O Sangue no Al–Andaluz: (1185–1249) (Sangue do Condado Livro 3)

Por Capitão Brito

Sobre o livro

O SUL ARDE. O SABER É LANÇADO ÀS ÁGUAS. AS FRONTEIRAS SÃO DESENHADAS EM SANGUE.

Zayd sobreviveu a Silves carregando mais do que feridas: trouxe consigo livros, memórias e o fardo de testemunhar como a guerra devora saberes.

Enquanto reis e papas disputam selos e bulas, e príncipes tramam coroas, o povo paga com filhos vendidos, casas saqueadas e bibliotecas consumidas pelo fogo.

Na derradeira campanha pelo Algarve, embarcações bascas cortam o estuário, aquedutos antigos tornam-se caminhos de fuga — e a rendição de Faro escreve um novo mapa para a Península.

Símbolos que atravessam o livro — o Cânone de Avicena, o azeite de Mértola, a oliveira do Guadiana — marcam o contraste entre conhecimento e violência, comércio e conquista, raízes e pilhagem. Este terceiro tomo encerra a saga do Condado com uma pergunta: quando o sangue seca, que fronteiras ficam dentro dos homens?

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