O PEQUENO HUGHIE E JACK FEEL

Por SADOVSKI DE SOUSA

Sobre o livro

“Viva à toa, como um covarde preguiçoso, ou apanhe e vença lutando por um ideal.”

Este livro é uma narrativa de leitura cinematográfica, intensa e sensorial, que mergulha nas camadas mais profundas da identidade; do propósito e das conexões humanas.

  • A saga de um lutador de boxe: Jack Feel, um cara de habilidades incríveis e devastadoras contra seus desafiantes, na categoria dos meio-pesados, campeão invicto por anos. Até a chegada de um acidente inesperado.

    Sobrevivendo nas ruas de Los Angeles, Estados Unidos.

Entre memórias, confrontos internos e escolhas decisivas – construção de um caminho onde passado e presente se entrelaçam, revelando que cada encontro carrega um significado maior do que aparenta.

Com uma escrita marcada pela força emocional e por “imagens vivas”, o enredo tem o propósito de conduzi-lo por cenários que vão além do físico – Deus, explorando sentimentos que transitam entre culpa, redenção e transformação. Sua relação entre os personagens ultrapassa o diálogo explícito, sustentando-se naquilo que é sentido, mas nem sempre dito; criando uma atmosfera envolvente, densa e profundamente humana.

Foi escrito para ser mais do que uma história, ficção, é um convite à reflexão sobre legado, paternidade e a influência silenciosa que molda quem nos tornamos – experiências reais e conexões genuínas. “O Pequeno Hughie e Jack Feel” vai lhe entregar uma jornada marcante, onde a ficção se torna espelho da vida; ecoando, a cada página, num significado duradouro.

***

Tão elevado e intenso, que Maicon chegou a conferir a porta e retirar rapidamente a chave da fechadura, enfiando-a no bolso da calça; garantindo que ninguém iria entrar e atrapalhar a interação.

  • “O herói e o covarde sente a mesma coisa…” é D’Amato, Constantine, D’Amato, irmão! – Gesticulando com as mãos e os braços na direção dos dois, e avançou sobre Robert, até culminar no indicador em riste.

Martelando o ar com insistência quase mecânica, como se fosse movido a pilhas.

  • “Mas o herói usa seu medo e o projeta em seu adversário, enquanto o covarde corre. É a mesma coisa, medo, mas é o que você faz com isso que importa.” – Encerrou fechando o semblante, como se mergulhasse de cabeça, sem retorno, na frase dita por Constantine D’Amato.

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