O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA: POEMAS

Por MARCOS MARTINS

Sobre o livro

39º livro do autor de:

1. OS OCEANOS ENTRE NÓS

2. PÁSSARO APEDREJADO

3. CABRÁLIA

4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

5. SOB O OLHAR DE NETUNO

6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

9. EROTIQUE

10. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

11. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

12. EROTIQUE 2

13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

15. SIMÉTRICAS – 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA PARECIDA”)

16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

19. OS TRAÇOS DE VOCÊ

20. STRADIVARIUS

21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

23. EROTIQUE 3

24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

28. EROTIQUE 4

29. A NOITE QUE NUNCA MAIS TERMINOU

30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

31. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

32. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

34. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

35. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

36. OS VÉUS DA NOITE

37. OLYMPUS: LIVRO II – ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES, MORPHEUS E POSEIDON

38. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

Alguns trechos:

“Minha vida é um livro aberto, / Mas cheio de páginas coladas, / Onde há tempestades no deserto, /

E silêncios nas madrugadas.”

“Ainda que nem considere / Deixar-me invadir suas noites, / Desenterrar chibatas e açoites, / E submetê-la à dor que não fere.”

“Que importa se seu coração sangra, / Se sua vida foi levada pelas águas? / O mar guarda sempre uma angra / Pronta para abrigar barcos e mágoas.”

“Eu me descobri poeta, / Mas poeta eu nunca fui, / Mas tu, és a própria Poesia!”

“Quando nos desvencilhamos, por fim, / Ela me disse que há muito tempo me amava, / E eu, cego, nem sequer reparei / Quando mordia os lábios ao passar por mim / E nas flechas que seu olhar me atirava, / Querendo ser a rainha onde eu era o rei!”

“De onde saiu esse verso atrevido / Que veio incomodar o meu sono? / Por que veio me perguntar o sentido / De tantas folhas mortas no outono?“

“Nosso amor era tão jovem, / Mas morreu, e agora é findo, / Por que todos não se comovem / Com o fim de um amor tão lindo?”

“Traço com a mão imaginários / Círculos ao redor da Lua, / Em movimentos extraordinários, / Sonhando com tua imagem toda nua!”

“Nunca antes dei um beijo assim, / Com uma temperatura tão elevada, / Quase tiraste faísca de mim / Com essa boca de lava encharcada!“

“E então essa lua crescente / Que em teu olhar faminto vejo / Faz explodir o desejo / E crescer um amor quase infinito / Pois é sob esse teu luar bendito / Onde mora um vulcão (n)ativo / Que eu realmente vivo”

“Mas o tempo passou, inclemente, / E ninguém mais se importava com ela, / De tanta paixão, tornou-se demente, / E morreu de amor, junto à sua janela…”

“Foi quando eu afinal desisti de você, / E, pela primeira e única vez, / O amor se calou, e eu lhe disse adeus…”

“Desisto de tentar sepultar esse sentimento / Que não morre, como se fosse um amor vampiro, /

E fica por aí me adejando, como um eterno tormento, / Gritando teu nome, a cada vez que respiro!”

“Reagi de modo terrível, / Escrevendo então o último capítulo, / Daquele amor, encerrado com uma lástima, / E que sucumbiu, desse modo esdrúxulo, / Enterrado numa última lágrima…”

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