Sobre o livro
O Latifúndio Azul II é uma obra mais abstrata do autor, com uso alto da linguagem subjetiva e de planos ancestrais, abordando principalmente temas eróticos, a censura e, de foco, a discrepância social em relação a desigualdade Brasileira, tanto quanto a Europeia, retratando a fome, a desesperança, e um surto agônico e coletivo da sociedade atual do século XXI.
João Henrique Wesp Castro Silveira, de nome autoral em assinado “J.H.Wesp”, nasceu em Porto-Alegre no estado do Rio Grande do Sul. Apesar do nascimento na capital, com apenas um ano já havia se mudado para Canoas, cidade da qual vive até agora e nunca se mudou.
Henrique Wesp possuía amor na escrita poética desde o começo do ensino fundamental, apesar de que foi
diagnostico com Dislexia (distúrbio de aprendizagem
caracterizado pela dificuldade de leitura) em 2011, dando poucas esperanças de que se pudesse haver um senso de escrita no jovem.
Porém, surpreendentemente, escreveu seu primeiro poema com 8 anos, em verso-livre e sem métrica; porém, conforme o amor pela poesia se tinha expandido com o passar do tempo: a partir dos 10 anos, Wesp passou a estudar disciplinadamente metrificação, versos, fixações, etc.
Seu primeiro livro do gênero foi “Os Lusíadas” do qual se fascinou pelo épico camoniano; começou assim, por livros do período do Classicismo, Barroco (com Gregório Matos) e no Arcadismo (“Caramuru” de Santa Rita Durão sendo sua obra favorita do período junto ao poeta Bocage e o épico
“O Uruguai” de Basílio da Gama). A dislexia sempre foi
presente na vida de J.H.Wesp, porém, sua mãe, Ana
Cristina Wesp Castro, para auxiliá-lo e tratá-lo nessa
dificuldade, contratou programas externos de educação
especializados para ajudá-lo no processo, o que foi de
extrema eficácia, pois graças a isso, muitas dificuldades
foram rompidas por J.H.Wesp, possibilitando-o a
continuação num ensino comum sem mais tratamentos
individuais.
No ensino-médio, passou-se o interesse para a poesia
moderna, como poetas contemporâneos como Florbela
Espanca, Pablo Neruda, Ferreira Gullar, Mario Quintana
(poeta de sua região) e principalmente entregou-se de
amor a Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade.
Foi tomado que em 2020, J.H.Wesp passou a escrever
com mais frequência, chegando a escrever 15 poemas
por dia em certos períodos, com isso, em 2021 já havia
escrito 47 poemas longos. Mas foi em 2022 que sua
destinação se encaminhou num desfecho poético.
J.H.Wesp adquiriu livros e livros de poesias, desde a
poesia antiga, como “Ilíada” e “Odisseia” de Homero, até poetas recentes como Rupi Kaur e Braulio Bessa.
E a partir desse ocorrido, começou-se o projeto do primeiro livro que publicaria, “Se as Flores Falassem aos Sonetos”.
Instagram: @jhwesp_poeta
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