Sobre o livro
O gato Karl é persistente. Fracassada a primeira tentativa para mudar o mundo, abre a Palavraria: uma loja onde nada vende, apenas oferece palavras de desentristecer.
Debaixo da magnólia branca, Karl e o seu caderninho de capas cor de fogo recebem a menina Rosa Luxemburgo, triste por ver as árvores presas à terra. Herbert Marcuse, menino tímido, revela-lhe a tempestade poética que o agita: queria ser nuvem… queria ser nuvem certos dias.
Outros meninos, tocados pela melancolia, procuram na loja do Karl algo que ilumine o sonho. A menina Amália (Rodrigues), o menino Vladimir. A menina Matilde Rosa Araújo convence o gato de que é possível inventar a vacina contra a tristeza. E depois desconvence: era metáfora.
“Melancolia, tristeza ou saudade não fazem parte da lista de epidemias”. Também a RãMuitoFeliz procura apoio. Deseja repartir a alegria com os sisudos corvos – mas desconhece a arte da “transfusão de felicidade”. Como responde Karl a toda esta gente? “Para a tristeza não há remédio”, avisa.
Todavia, os visitantes chegam cabisbaixos, regressam leves, impelidos pela alegria. Os outros gatos desconfiam, vêm a Palavraria como local adverso à moral e aos bons costumes. Certo dia, juntam-se para expulsar o Karl e encerrar a imaginária loja das palavras.
É a vez de surgir Gorki, um meigo cachorro. A Palavraria é a segunda história do Gato Karl e do seu dono, com quem partilha sonhos, amuos, às vezes alegria e improváveis vitórias contra o preconceito.
Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.
📄 Salvar PDFAvaliações dos leitores
Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.
⭐ Reviews dos leitores




