O DIREITO EM TEMPO DE CRISE: Justiça, Poder e Consciência no Século XXI (FILOSOFIA DO DIREITO CONTEMPORÃNEO)

Por JOÃO DOS SANTOS GONÇALVES DE BRITO

Sobre o livro

ÍNDICE : ……………………………………………………………………..02 Prefacio: …………………………………………………………………….03 CAPÍTULO 01 : A Crise do Direito Contemporâneo……………05 CAPÍTULO 02: A Constituição: Norma Suprema ou Texto Simbólico:..09 CAPÍTULO 03: Ativismo Judicial: Necessidade ou Abuso…….13 CAPITULO 04: O Juiz: Interprete da Lei ou Legislador?

………17 CAPÍTULO 05: Segurança Jurídica Versos Decisões Criativas .21 CAPITULO 06: Moral, Ideologia e Jurisdição ………………………25 CAPÍTULO 07: Justiça, Consciência e Disponibilidade ………..28 CAPITULO 08: O Futuro do Direito, Técnica ou Virtude?……..33 CAPITULO 09: Conclusão do Capítulo 08……………………………37 CAPÍTULO 10: O Direito Natural na Tradição Clássica………….41 CAPÍTULO 11: Direito Natural e Cristianismo………………………43 CAPÍTULO 12:Direito Humano e Dignidade Humana …………..45 CAPÍTULO 13: A Crise Contemporânea dos Direitos Humanos47 CONCLUSAO: ………………………………………………………………49 AGRADECIMENTO : ……………………………………………………..50 BIOGRAFIA DO AUTOR ………………………………………………..52 REFERENCIA BIBLIOGRAFICA : ………………………………….61 PREFÁCIO O Direito sempre foi chamado a responder às crises de seu tempo.

Desde Roma até as Constituições modernas, a lei surge como instrumento de ordem, proteção e equilíbrio social. Contudo, quando o próprio Direito entra em crise, não por falta de normas, mas por excesso de interpretações, surge uma pergunta inevitável: quem guarda os guardiões da lei?

Este livro nasce da inquietação de um tempo em que a legalidade parece, muitas vezes, ceder lugar à conveniência; em que a segurança jurídica disputa espaço com decisões criativas; e em que o poder de julgar se aproxima do poder de legislar.

O Direito sempre foi chamado a responder às crises de seu tempo. Em períodos de estabilidade, atua como instrumento de ordem e previsibilidade; em momentos de ruptura, é compelido a justificar sua própria razão de existir.

A história demonstra que o Direito jamais permanece indiferente às transformações sociais: ou reafirma seus princípios, ou se converte em reflexo das forças políticas, morais e ideológicas que o cercam. Vivemos uma crise que vai além de conflitos normativos. Trata-se de uma crise de sentido.

Questionam-se os limites da Constituição, o papel do Poder Judiciário, a extensão da interpretação judicial e a própria noção de segurança jurídica.

O juiz, antes identificado como intérprete da lei, passa a ocupar posição de protagonismo normativo, alterando o equilíbrio clássico entre os poderes do Estado.

Nesse cenário, expressões como ativismo judicial, moralização do Direito e relativização da legalidade deixam de ser exceções e passam a integrar o cotidiano jurídico.

Decisões fundamentadas em convicções pessoais, em detrimento de critérios jurídicos objetivos, geram instabilidade, insegurança e descrédito institucional. O Direito, que deveria limitar o poder, corre o risco de ser instrumentalizado por ele.

Este livro nasce da necessidade de refletir criticamente sobre esse momento histórico. Não se propõe a oferecer respostas fáceis, mas a provocar questionamentos essenciais: até onde pode ir a criatividade interpretativa sem comprometer a legalidade? Qual o papel da moral no exercício da jurisdição?

O futuro do Direito será guiado pela técnica ou pela virtude? Ao leitor, apresenta-se uma obra que busca equilíbrio entre reflexão teórica e responsabilidade institucional.

Um convite à análise crítica, indispensável para que o Direito não se dissolva em arbitrariedade nem se reduza a um texto simbólico desprovido de força normativa. João dos Santos Gonçalves de Brito Advogado e Autor

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores