Sobre o livro
“Lenore, minha amada, quando irei reencontrá-la?”
O poema a seguir está entre os mais importantes da história recente. Escrito em 1845 por Edgar Allan Poe, “O Corvo” versa sobre as lamúrias da perda de um grande amor. É um poema impactante, fatalista e libertador.
Não me ative a métrica octâmetra trocaica do poema original, tive a liberdade de fugir até das rimas em muito casos para essa tradução. Procuro atingir o leitor simples, aquele que arrisca os primeiros passos na literatura.
Deixo o rubor e complexidade de potência que o poema possui para quem avançar em seu estudo. Poderá aprofundar-se em seu texto original, poderá aprofundar-se na rebuscada versão traduzida por Machado de Assis ou na segura versão de Fernando Pessoa. Todas estas estão presentes nesse volume também.
A minha versão é popular, é vanguardista e quer trazer pela mão o leitor desacreditado. Completam a obra ainda as fantásticas ilustrações de Gustave Doré.
O conto “O Corvo” é uma leitura completa. Levará o leitor ao profundo da experiência humana. Levará-o a presenciar os limites da alma que sofre.
Prefácio de Jéssica Chaves
Todas as referências bibliográficas são de domínio público.
Publicação independente.
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