Sobre o livro
“Ninguém ensaia o agora”, eis o verso que define o poema e o ser.
(…)
A encenação de ser começa pelo nome de batismo: uma arbitrariedade, uma feliz arbitrariedade. Feliz porque, de imediato, nos diz de nossa humanidade, nos insere numa sociedade em particular e como a menor parte de toda a civilização. E ainda que o nome tenha inspiração em uma língua estrangeira será pronunciado como os outros nomes da língua materna.
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O poeta diz que a vida não pode ser uma encenação – não disfarça quando finge, não representa quando é – mas que ela é um espetáculo
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