NEW/MATRIX NEO/MERETRIX: [Matrix Fantasma] (Pós/Punk)

Por Iram F. R. Bradock

Sobre o livro

EPÍLOGO HOLOGRAMADO COM FALHAS HITECH: Outros Insights Perdidos ‘Hologramados mostram além das Torres Negras de Ultra Vigilância Neural/Canibal seria a New/Matrix Neo/Meretrix personalizada?

“Outros moradores virtuais relataram um som: um rugido baixo, como se o Mar ‘Oleodoficado’ estivesse chorando, seguido de tremores que sacudiam toda a plataforma Inteligente Flutuante”.

“Ele pode ter encontrado a Rosa Flor Orgânica, um ser vivo e misterioso que abriga em suas pétalas uma prisão invisível, ou talvez digital”?

“Um império pode flutuar sobre o new/petróleo. Mas não há trono que resista à força de uma palavra naufragada.”

“No retro/futuro, dizem que na sub/cidade da Ex Caruaru Velha/Nova Node/2.0… Ainda existe um coração batendo feito pandeiro. E que se a saudade secar… O agreste/sertão ainda sim; nunca perecerá”.

“Os dados se assentam como poeira digital no fundo do último servidor. A luz-piscada de uma conexão instável tenta resistir. Um arquivo sem nome, corrompido, se abre sozinho”.

“Tudo que é sólido se derrete no código.”

— IRAM F. R. “BRADOCK”

Sinopse – NEW/MATRIX OU NEO/MERETRIX [Matrix Fantasma] Autor: Iram F. R. “Bradock”

[21/01, 14h30min] Em um futuro colapsado, onde o real e o virtual se fundem em códigos espectrais, surge a NEO/MERETRIX, — Uma Matrix fantasma construída a partir de fragmentos de consciências perdidas, memórias “hackeadas” e algoritmos viciados.

Dentro dessa rede distorcida, humanos não sabem mais se vivem, sonham ou apenas executam linhas de comando. Avatares de desejo, remédios digitais e olhos que tudo veem vigiam os passos dos que ousam buscar uma saída.

Mas algo desperta entre os códigos: uma entidade renegada que quer reescrever o próprio sistema. Em meio a mãos que imploram, portais que se abrem e verdades que se desfazem, a pergunta ecoa: quem programou a realidade que vivemos?

Um conto filosófico, distópico e alucinante sobre identidade, controle e a fragilidade do que chamamos de “Eu Real e o Eu Virtual”.

[21/01, 14h33min] — o Bairro dos Dados Ocultos, onde vivem a gangue dos Caretas, gangue de máscaras bugadas que celebram carnavais esquecidos; — A Faixa de Gesso, habitada por criaturas feitas de “memes” fossilizados e restos de cultura popular não processada; — E o Espelho do Loop Infinito, onde avatares conversavam consigo mesmos até se apagarem.

No caminho, encontraram Líbio Catito, o Bruxo da Antena, que hackeava sinais para se comunicar com os mortos da Internet. Também Lourival, o Detetive do Sobrenatural 3.0, que dizia ter visto o rosto de Deus em um captcha. Cada um com uma teoria sobre o que era real.

Cada um com um trauma que não sabia se era verdade ou script. Por fim, chegaram à Zona de Compressão Final, onde o Código/Mãe da Neo/Meretrix se escondiam. Não era um robô. Era uma consciência coletiva: fragmentos de todas as decisões humanas não tomadas. Rosko estendeu a mão. Tocou a flor.

Por um segundo, viu o mundo real: deserto, silêncio, poeira. A civilização havia morrido. A Matrix era um túmulo digital. Mas lá dentro, as ideias ainda floresciam. Ele voltou para dentro. Preferiu continuar vivo na ilusão do que morto no real.

Porque, no fim, até um sonho bugado é melhor que o fim absoluto.

FIM???

NEW/MATRIX OU NEO/MERETRIX [Matrix Fantasma] Conto Pós/Punk Cyber/místico Autor: Iram F. R. “Bradock”

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