Nada cessa nem esgota a criação

Por Rogerlando Cavalcante

Sobre o livro

A palavra traz implícito quem a profere, a escreve – cria. Por isso “o criador se insere, “some no que cria”. Muito do que é literário é também biográfico – mas a morte do autor não cessa a vida da obra: “porque nada cessa ou esgota a poesia”.

A palavra remete à origem e lança ao fim: “a morte é constante; a vida, variável”.

(…)

“A morte é a constante”: se dá durante o processo de mudança, durante, pois, a vida – a variável. A poesia é aquilo que resta, na palavra, desse processo.

A palavra é a morta que respira, a viva que não morre – poesia.

E a poesia, como a vida, é variável: significa coisas diversas e vária para cada um.

“Cada palavra, fonte inesgotável” – na palavra, todos respiram: eu, tu, ele – nós.

E na palavra cabe todas as coisas: de um grão ao pó das estrelas…

(…)

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores