Sobre o livro
Com ilustrações próprias, quadros pintados em materiais reciclados a artista/autora faz uma descrição do papel feminino diante da conjuntura do mundo atual e de tudo o que seria a conjugação do verbo “Mulher”.
Porque melhor não pretender nem preterir nenhum gênero, ao associar os papeis próprios de cada individuo a vasta gama de possibilidades do ser humano. Em suma, nada na natureza se preserva diante da constante mudança de situações e do meio.
Assim sendo, necessário moer e reciclar, verbos, substantivos, adjetivos e advérbios, reinventando modas e acessórios e dispondo de novas idéias a margem de qualquer expectativa mais enfadonha.
Inovar, reverberar, averbar, esbravejar, bradar, desbravar, varar, valer, varrer, mexer, mover ou moer, amassar, malhar, molhar, ou melhor, mulher, isso tudo conjura a um futuro que se faz presente nas recentes conquistas feitas muito embora sem receitas, mas em constante mutação, como se pedisse um refrão.
“E que seja infinito enquanto dure!” já dizia o poeta esteta, mas não asceta, que vivia do amor pelo verbo “Mulher”!
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