Morrer é tão natural quanto rir de uma piada sem graça

Por Lara Egilio

Sobre o livro

Esses são poemas sobre a morte. Ou talvez sobre a vida. Textos sobre viver ou morrer. Palavras sobre quem morre enquanto vive; ou sobre quem só vive depois que morre — ainda que a dúvida sobre o que existe ou deixa de existir depois da morte nos assombre dia após dia.

No geral, devem ser divagações que de alguma forma tem relação com a sensação esquisita de instintivamente rir de piadas que tem tão pouca graça que a risada vem de forma impulsiva; e provavelmente sobre o silêncio pegajoso que contamina o ambiente toda vez que as risadas chegam a um fim.

Eu ainda estou tentando entender que eu não consigo controlar tudo que acontece comigo e que, um dia, eu vou morrer. Talvez esses textos sejam sobre isso.

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