Sobre o livro
Final de 1977, auge das discotecas e da ditadura militar.
Embora Maria Fernanda Trindade eventualmente frequentasse boates e tivesse se envolvido amorosamente com um jornalista (preso pelos militares por ser considerado “subversivo”), o sonho da jovem professora paulista não envolvia música e nem política.
Sua mãe, Maria Eduarda, havia falecido no início daquele ano, e dentre diversos bens financeiramente valiosos, a maior herança que ela havia deixado para sua única filha era o seu antigo diário.
Através das poucas pistas espalhadas naquelas páginas amareladas pelo tempo, Maria Fernanda tivera a chance de descobrir quem era seu pai, um homem chamado José, que provavelmente morava numa cidade no interior da Paraíba e fazia aniversário no dia 25 de dezembro.
Por isso, Maria Fernanda desejava encontrar seu pai antes do Natal e, para tanto, precisaria correr contra o tempo. O aniversário era dele. O presente natalino seria (d)ela.
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