MEUGNIN É ODAPLUC, MAS SERÁ ELE ODANEDNOC?: Os contos de imaginação implicados com as teorias da argumentação jurídica (meugniN, sodoT e meuglA)

Por Luiz Augusto Lima de Avila

Sobre o livro

O caráter contíguo dos contos de imaginação implicados com as teorias da argumentação jurídica ou com a dúvida e a devida fundamentação das escolhas que fazemos ou das decisões que tomamos está implicado com uma questão que remonta à Jorgen Jorgensen (1937), que propôs um problema denominado ‘quebra-cabeça’.

De acordo com Jorgensen, uma inferência prática como: Você deve manter as suas promessas. Essa é uma das suas promessas. Logo, você deve manter essa promessa. é falaciosa ou carece de validade lógica.

Logicamente, não é necessário que um sujeito qualquer que implica uma regra geral deva também implicar a aplicação particular dessa regra. Que isso se verifique ou não se verifique não implica, necessariamente, a regra geral, mas, sim, de fatos psicológicos, políticos etc.

Não é raro que um sujeito implique uma assertiva qualquer como regra geral, mas evite a sua aplicação quando se vê implicado ou afetado. No entanto, se não examinamos bem, essa ideia é decididamente estranha, como é estranha a não distribuição do termo médio ou non distributivo medii.

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