Meu querido Vlado: A história de Vladimir Herzog e do sonho de uma geração
Por Paulo MarkunSobre o livro
A trajetória de Vladimir Herzog, assassinado durante a ditadura militar, é recontada por Paulo Markun nos 40 anos de morte do jornalista. Em outubro de 1975, o jornalista Vladimir Herzog apareceu morto numa cela do temível Doi-Codi. O laudo oficial dizia que ele havia se enforcado.
A farsa do suicídio não foi aceita pela sociedade, que realizou um grande protesto. Vlado, como era conhecido, e Paulo Markun trabalhavam juntos na TV Cultura e, apesar da diferença de idade — o primeiro, 38 anos, e o segundo, 23 —, tornaram-se companheiros também fora das redações.
Os dois eram militantes do clandestino Partido Comunista Brasileiro. Markun, que também chegou a ser torturado, toma por base sua própria história desde a militância estudantil até a prisão para reconstituir a trajetória pessoal e profissional de Vlado.
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