Mapifisa Stumagesi A Vampira Assassina

Por ELIEL ROSHVEDER

Sobre o livro

Ela olhou além a mata sinistra e os pântanos sombrios e isso a deixou assustada, pois se lembrou de uma parte de sua vida que ela queria esquecer.

Ela sofria de amnésia retrógrada e parcial, uma espécie de defesa para abafar seu passado sombrio, mas sons, cheiros, a visão da mata e dos pântanos diante da noite pálida despertava uma lembrança sombria que corroia seu ser.

Stumagesi se lembrou de algo que aconteceu no passado, o sangue quente na boca e o namorado se esvaindo, morrendo, enquanto ela lambia e sugava seu sangue.

Ela tentou afastar aquela lembrança sombria, mas ao mesmo tempo ela sabia que não podia sufocar seu passado e entendia que aquilo tinha acontecido com ela. Então ela era uma vampira?

Talvez no passado fosse e ela sabia que tinha matado mais pessoas, mas não se lembrava quais e quantas e isso aumentava sua dor e ela tinha medo dela mesmo, de voltar a matar.

Ela tentou se lembrar de mais coisas para quem sabe bloquear aquele surto assassino no presente e se lembrou que tinha corrido por uma rua iluminada pela luz elétrica e se escondeu numa garagem deixando o namorado que tinha matado.

Ela dormiu naquela garagem suja de sangue e no dia seguinte o sogro atual dela o achou dormindo entre tratores e caminhonetes. Ele perguntou o que tinha acontecido ao ver o sangue e ela disse que sofrera abusos e maus tratos.

O sogro a levou ao hospital e o seu marido atual a visitou e logo surgiu um romance forte.

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