Sobre o livro
São poemas feitos em 2005.
Muitos eu refaria, mas quero deixar o registro da minha produção, que espelha como eu sentia e percebia e procurava poetar e contar o mundo há 20 anos.
Comentários sobre o último livro do autor
Conclui há pouco – finalmente tive o tempo de fruição – o teu livro. Maravilhoso! Causou-me mais espanto a tua poesia, talvez por ser poeta. É uma bela e deliciosa surpresa.
Li, no livro, alguém que o difícil, após tantos anos lendo tuas crônicas de negócios, imaginá-lo remete ao estilo do Mario Quintana. Não tive a intenção de relacioná-lo ou compará-lo a ninguém, enquanto o lia.
Em alguns momentos, porém, foi inevitável lembrar de outro poeta com a mesma capacidade de ser denso, objetivo e doce ao mesmo tempo: o Leminski. – Tânia Marisa Eberhart- empresária e psicóloga.
Li seu livro num fôlego só. Texto atraente, linguagem enxuta. Definitivamente os poemas não são feitos para ficar na prateleira da estante.
São versos pra gente levar pra rua, comentar nos bares, repetir pros amigos…Da poesia dedicada aos filhos, da síntese sobre as férias e do susto de enxergar a si próprio eu faria de todos um pouco das minhas verdades.
Por isso arrisco que a tua poesia é pra andar de ônibus, invadir nossa intimidade, passear num fim de tarde. Sobre os contos, o texto é direto e na medida certa. Não sobram palavras. Fiquei curiosa para saber como você escolheu temas tão diversos – Teresa Garcia, Jornalista.
Sim, já li o livro todo. Gostei tanto dos poemas, como dos contos. Às vezes levava para ler no ônibus e me pegava rindo sozinha. Quando acabei de ler me deu uma baita pena: porque fui tão apressada e acabei com este prazer tão rápido??? Mas me consolei ao saber que outros poemas e contos virão. Seu livro, pode ter certeza, foi umas horas de bálsamo neste caos matutino das notícias de jornal. – Selma Chi – Bibliotecária.
Querido li seu livro ontem e gostei bastante. Adorei os contos você escreve como quem vai ao cinema – Jeronymo Machado – produtor artístico.
Gostei muito do seu livro. tanto das poesias, enxutas, econômicas e precisas, quanto dos contos muito bem engendrados, naturais, com um estilo despojado, retirando o máximo de situações banais e com um bom sentido da natureza humana. Um formato que faz lembrar o do Rubem Fonseca – Isabel Lustosa – Historiadora.
Você está cada vez mais direto, econômico (no bom sentido) com as palavras, extremamente poético e romântico e ao mesmo tempo duro, incisivo, visceral. O que achei curioso foram os poemas (quase todos) bem curtinhos, minimalistas, diferentes de antes.
Você consegue ser poético com poucas linhas e muitas ideias. Enfim, sabe manipular as palavras sem ser pretensioso e/ou hermético. E consegue buscar inspiração nos sentimentos mais fortes e no cotidiano mais prosaico, o que me agrada muito! – Cátia Moraes, Jornalista.
Cara, gostei do teu livro. Para descrevê-lo, vou usar uma frase do próprio. Em “Binóculo russo” está dito: “Era um cara de muitas frases e pouca força de vontade”. Ou seja: o protagonista do conto é o contrário de seus textos de poucas frases e muita força imaginativa. Incrível como, nos poemas ou nos contos, você tem um estilo tão claro, legal isso. Gostei – Alexandre Brandão, economista e escritor.
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