JURAS PÓS–MORTE: “Eu precisei morrer por dentro para enfim nascer em mim.”

Por Rodrigo Antonio Moreira

Sobre o livro

Este livro nasce do momento em que algo em nós precisa morrer para que a vida possa continuar com menos mentira.

Não se trata de um recomeço confortável, mas de um pacto silencioso firmado após o esgotamento, quando já não é possível sustentar afetos quebrados, promessas vazias ou versões de si moldadas para agradar e suportar.

Em primeira pessoa, o autor expõe a dor de enterrar aquilo que um dia acreditou ser amor, força ou permanência e revela as juras íntimas feitas a partir do cansaço extremo, juras de não voltar a se abandonar, de não negociar a própria dignidade emocional, de não sobreviver onde já não existe presença.

Cada página é escrita como quem sangra com lucidez, sem apelos fáceis, sem redenções artificiais, oferecendo ao leitor um espelho duro e necessário sobre perdas internas, limites ignorados e a coragem rara de permanecer fiel a si mesmo mesmo quando tudo ao redor insiste em permanecer igual.

Trata se de um livro para quem já perdeu algo essencial dentro de si e entende que algumas promessas não são feitas ao outro, mas à própria existência.

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