Sobre o livro
Anteriormente, em “As Pedras da Invocação”: sem que tivesse concluído a efetivação de sua alma nefasta no mundo físico, o necromante ainda corria o risco de ser apanhado pelos shardanas. Restava mover seus peões humanos para alcançar o prêmio maior: a sua volta. Mas não qualquer volta.
Ele queria voltar no corpo do homem mais poderoso do mundo: o rei Guilhem de Craon. Ele o mataria para reviver nele e conquistar tudo o que lhe foi negado há milênios. Para isso, teria a ajuda de seus seguidores humanos e de Lady Yona… Garota ambiciosa e manobrável.
Ela com certeza conseguiria ludibriar o rei franco; e deste modo, preparar o terreno para a chegada do necromante. Mesmo assim, ele ainda precisava das pedras da invocação –quase todas estavam de posse dos Obreiros. Três estavam com Joana. A garota que ele não conseguiu matar.
Que sobreviveu para se tornar a lendária pirata do Mediterrâneo. O necromante precisava encontrá-la, recuperar as pedras e destruir a pirata. Ela tinha um espírito indomável e juntos, Joana e Guillhem de Craon eram muito fortes.
Precisava garantir que continuassem separados até que ele concluísse o seu plano de dominação. — A mulher que desafiou o mundo regido pelos homens e para os homens, chamava-se Joanna du Saint-Martin e era a caçula entre cinco filhos de um poderoso grã-duque.
O pai tentou domá-la, mas, desde o princípio, estava claro que a menina era uma aventureira rebelde. Quis o destino que ela escapasse do fim trágico de sua família, pois sua mente sagaz e seu espírito inquebrantável não permitiram que se deixasse ser aniquilada.
Sobrevivente. Rainha dos telhados. Pirata… A mais destemida de seu tempo.
Reza a lenda que Joanna renasceu das cinzas como Juna – escapando de perseguições sobrenaturais e terrenas. Ela percorreu grandes distâncias. Deixou para trás um amor adolescente e superou a si mesma… Tornou-se líder de uma gangue ativa em todo o cinturão das cidades sem lei.
Conquistou o posto de capitã do navio Loba do Mar, depois do desaparecimento do antigo capitão (Danton – chamado de o Anjo Caído da Bretanha, perdeu-se na ilha amaldiçoada de Conta e nunca mais foi visto; dizem que foi devorado pelas feras que lá habitam).
Junto à experiente tripulação de piratas, Juna assumiu a liderança e deu um novo rumo à pirataria local. Expandiu seus negócios, pilhou os navios da Coroa Franca, sacudiu o cotidiano das cidades portuárias e até mesmo dos castelos dos nobres ao longo da costa europeia.
O nome de Juna alcançou vários territórios, ganhando muitos inimigos e alguns poucos aliados. Algum dia, as duas vidas dessa mulher devem se reencontrar – ou colidir. Estaria ela preparada?
Edição artesanal, com os recursos da autora. Modelo gratuito .png Capa feita por meio de Canva – Dreams Lab AI.
Qualquer situação que envolva direitos autorais é desconhecida pela autora, que usou imagens criadas pelos seus próprios pensamentos, com a ajuda do laboratório de Inteligência Artificial e liberada gratuitamente pelo Canva.
Portanto, se houver, a autora agiu de boa fé e solicita que entre em contato para informá-la, caso haja algum impedimento. No entanto, a autora avisa que qualquer uso da personagem Juna, a pirata, só pode ser feita com o consentimento expresso da mesma.
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