Jogador de Vôlei (Conto Erótico Gay) (Memórias de um Estudante Livro 2)
Por Arthur GubraSobre o livro
Este conto homoerótico é indicado para maiores de dezoito anos!
Ele foi reprovado no último ano do ensino médio e como castigo teve que ir estudar em uma escola pública. Como ele já tinha dezoito anos, resolveu que seria melhor se matricular na Escola de Jovens e Adultos.
Daniel já estava bem enturmado na escola, e a aula de educação física trouxe um novo foco de desejo: Bruno. Bruno era um jogador semiprofissional de vôlei e um alto e belíssimo jovem, mas que também era hétero. Porém isso não intimidou Daniel, que faria de tudo para Bruno “treiná-lo”.
“Ele veio para perto, só que dessa vez ficou bem atrás de mim. Pegou nos meus braços e me mostrou novamente como fazer. Eu o senti inspirar perto do meu cangote. Fiz conforme ele ensinou e empinei a bunda o suficiente para encostar no seu pau. Ele estava saliente. – Assim?
– Perguntei da forma mais pura. – Isso, assim. Ele continuou segurando meus braços enquanto eu simulava receber uma bola. O pau dele estava ficando duro. Ele pigarreou e foi pegar a bola para eu mostrar se tinha aprendido.
Jogou algumas vezes para mim, e eu me esforcei de verdade para fazer certo desta vez. Dava para ver que o pau dele estava duro, e, quando ele percebeu que eu comecei a errar distraído pelo seu pau, pareceu ficar sem graça. – Acho que por hoje tá bom. – Ahhhh! Agora que estava pegando o jeito?
– Semana que vem a gente continua. Eu me sentei na arquibancada para descansar. – Gostei da sua aula, mas não sei se levo jeito. – Você não é tão ruim quanto parece. – O seu treinador não concordaria contigo. Ele sentou-se do meu lado.
– Ele é meio exigente, mas só pega no pé de quem ele acha que pode ser bom. – Então ele acha que posso ser da seleção. Ele deu uma gargalhada. – Você até que não foi tão mal hoje. Por que joga tão mal? – É que eu preciso de uma atenção especial.
Ele abriu mais os olhos, desviando o olhar para baixo com uma expressão séria. – Olha, eu não curto isso. – Não curte o quê? – Não sou viado. – Tá bom…e daí? Ele olhou novamente para meu rosto. – E daí que se você quer alguma coisa comigo, não vai rolar. – Se você diz.
Mas só para ficar claro, eu não quero namoro ou coisa do tipo. No máximo uma trepada gostosa. Ele arregalou os olhos. – E não vá me dizer que a aula não foi animada! – Falei apontando com os olhos o seu pau entumecido. Ele acompanhou meu olhar até o próprio pau. – Se você não tá a fim, tudo bem.
É só falar. Resolvi ser mais audacioso. – Mas eu sei dar uma mamada caprichosa.”
Este conto faz parte de uma série, mas pode ser lido de forma independente.
Espero que tenha o mesmo prazer lendo este conto que tive ao escrevê-lo.
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