Interseccionalidade e demandas sociais: Desafios para a Gestalt–terapia
Por Paulo CavalcantiSobre o livro
A interseccionalidade é um conceito que explica de que forma diferentes categorias sociais — como raça, gênero, classe e sexualidade — se interligam e se sobrepõem, criando sistemas complexos de opressão e privilégio.
O termo foi cunhado pela jurista Kimberlé Crenshaw e assevera que não se pode entender a opressão de forma isolada, mas sim em suas múltiplas e simultâneas dimensões.
Mas até que ponto a psicologia — e, sobretudo, a Gestalt‑terapia — considera a interseccionalidade no atendimento a grupos e indivíduos? Este livro inovador procura responder a essa e outras perguntas.
Utilizando conceitos como avenidas identitárias e branquitude, os autores mergulham em diversas categorias sociais para propor uma prática gestáltica antirracista, feminista, pró‑LGBTQIAPN+, a favor dos direitos humanos e voltada para o combate de todos os tipos de desigualdade.
É esse o papel dos profissionais que adotam uma abordagem tão ética e plural como a Gestalt‑terapia. Textos de Angélica Alves da Silva, Carolina de Carvalho Duarte Guimarães, Drieli Venâncio da Silva Sousa, Elaine Maria Silva Moura, Kevin da Silva Martins, Mônica B.
Alvim, Paulo Barros, Paulo Cavalcanti, Samanta Santos da Fonseca, Tatiana Campbell, Thauane Cunha Siqueira e Valdicéia Miranda Machado Bouzada.
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