Inteligência em Administração de Conflitos: Administração de Conflitos Empresariais

Por SIDNEY LOURENÇO DE SOUZA

Sobre o livro

Muito se tem falado em IA – INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL como solução para as questões diversas da humanidade, chegando às raias da insensatez de dizer que este caminho não tem mais volta. E quem seria eu de dizer o contrário.

Embora com todo este desenvolvimento humana da inteligência, arrisco afirmar que não se pode aplicar em tudo tal afirmação. Recordo-me há muito, em uma aula de Psicologia Experimental com a caixa de Skinner, na Universidade Celso Lisboa, no Rio de Janeiro.

“O experimento de Burruhs Frederic Skinner (1904-1990) consistia em colocar um rato em uma caixa fechada, com uma alavanca e sem alimento.

Depois de fazer uma série de movimentos aleatórios, o animal percebia que, ao apertar a alavanca, caía uma porção de comida na caixa.” “Burrhus Frederic Skinner, mais conhecido como B. F. Skinner, foi um psicólogo, inventor e filósofo social estadunidense.

Foi professor de psicologia na Universidade Harvard de 1958 até sua aposentadoria em 1974.”

A experiência consistia em colocar uma ratazana em uma das extremidades da caixa e na outra extremidade um filhote da ratazana. Entre as extremidades um campo elétrico com voltagem de baixa tensão onde a ratazana deveria passar para ir até o filhote.

A experiência repetiria, e em cada experiencia a voltagem era aumentada, com objetivo de verificar até que ponto a ratazana resistiria para chegar até o outro lado da extremidade onde estaria o filhote…

Verificou-se que em um dado momento, com o aumento da voltagem a ratazana não mais tentou chegar a outra extremidade onde estaria o filhote. Conclui-se aí que haveria um limite em que a busca do filhote não teria sucesso e demostrava que a relação de instinto de proteção reduzira ao estágio de abandono…

A conclusão do Mestre Professor é que o afeto de uma mãe poderia ser mensurado com tal experiência.

Algo que, em particular com o Mestre Professor, me posicionei ao contrária a tal conclusão e disse:

“Que a estrutura do cérebro de uma ratazana por mais que tenha semelhança com a humana, não possuía a complexidade de emoções e sentimentos que uma mãe teria para com seu filho, e que no exame faltará outros elementos de comparação.”

Rimos muito, e informei que na prova escreveria de acordo com o ensinamento e conclusão do Mestre Professor, mas que não concordaria em tal analogia.

Usando este relato experiência como comparação, por mais que a IA – Inteligência Artificial se desenvolva a patamares nunca visto.

Entendo que quando se trata de ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS em uma estrutura organizacional com indivíduos com emoções complexas, por mais que se utilize de técnicas e instrumentos de interação e medição de comportamentos, com teorias as mais diversas possíveis, nunca poderemos prescindir de um outro ser humano que com empatia, ao se colocar no lugar do outro, possa perceber detalhes e inspirar sentimentos e afeto, que só é possível um ser humano produzir.

Por isso, o título de nossa obra INTELIGÊNCIA EM ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITOS.

Inteligência humana: “Esta nunca será superada em uma relação interpessoal”

Espero contribuir com grande reflexão a todos que se digne de folhear estas despretensiosas páginas.

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