II – 1934 Itália: a Copa do Mundo de Mussolini

Por Nelson Gonçalves da Silva Neto

Sobre o livro

Depois da saga uruguaia no livro “1930 Uruguai – A Copa do Mundo Pioneira”, o Mundial chegava à Europa quatro anos depois, Mussolini garantiu a Itália como sede para usá-la como propaganda do fascismo em resposta a Hitler, que já havia garantido os Jogos Olímpicos de 1936 em Berlim com o mesmo propósito de promover o nazismo.

Para que desse certo, a Itália teria que apresentar o time imbatível e valia tudo, inclusive com naturalizações de urgências pela América do Sul.

Nesse livro vamos conhecer as primeiras lendas europeias das Copas, como Giuseppe Meazza, que batiza o principal estádio de Milão; Zamora, que batiza o prêmio anual do goleiro menos vazado da liga espanhola; o “Wonderteam” austríaco de Sindelar, que mais tarde peitaria Hitler; uma Alemanha ainda unificada com vários futuros soldados nazistas; a Tchecoslováquia, que trazia sua estrela no gol, Frantisek Planicka…

O Brasil em meio aos jogadores amadores trazia o jovem Leônidas da Silva e o famoso futuro dirigente Roberto Gomes Pedrosa no gol, seria suficiente?

O principal estádio do torneio construído em Roma ganhou o nome de PNF (Partido Nacional Fascista), que parece ter seu projeto copiado em São Paulo, dada a semelhança com o tão querido Estádio Paulo Machado de Carvalho, nosso querido Pacaembu.

Chegou a hora de conferir a extraordinária e imperdível história do segundo Mundial.

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