Sobre o livro
Numa incerta e superlativa quarentena, um novel “quarentão” se viu no alto da serra e para o auto contemplou, em busca de suas raízes, reminiscências e sentimentos. Para o Alto então se abriu e se permitiu poetizar, sem necessariamente “métricas, rimas e protocolos”.
A maioria dos quarenta poemas presentes nesta obra foi semeada e brotou em quatro meses, sendo organizada em três partes que se misturam como num caleidoscópio e temperam a vida com um agridoce sabor!
Para o autor, o poeta é hoje, foi ontem e será amanhã: […] um cara comum: sonha em ser jogador de futebol, viaja sem sair do lugar, celebra a tela celeste ao nascer do Sol, inspira o soar do sino da liberdade e expira a paz, dalém da brevidade.
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