Sobre o livro
Ninguém imaginaria que a mulher de vestido branco, sentada na areia de Ipanema, observando o sol cair no horizonte, carregava nas mãos invisíveis mais de mil ausências. Nenhuma lágrima. Nenhum arrependimento. Só uma calma quase divina. Chamavam-na de Helena Duarte, mas aquele nome já era o oitavo.
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