Grande–Kiskadi Contrastado ao Céu–Anil

Por J.H. Wesp

Sobre o livro

“Grande-Kiskadi Contrastado ao Céu-Anil” é a segunda obra escrita por J.H.Wesp, onde se encontram dos mais diversificados estilos poéticos, sendo de clara evidência um livro de poesias, com poemas metrificados, outros em versos livres; haicais; sonetos; trovas; quadras; Verso-Branco; Verso-Livre; Verso-Regular; entre outros.

O livro não possui foco específico, já que o autor o escreveu propositalmente assim, abrangendo diversos temas, como estilos ligados ao Classicismo; Barroco; Arcadismo; Romantismo (as três gerações); Simbolismo e Modernismo; contendo críticas sociais em questões raciais, sexuais e de gênero, sendo um livro extremamente diversificado para amantes de poesia, com poemas rebuscados e outros mais simples de facilitada compreensão.

Os temas mais frequentes em seus poemas são a natureza, a metáfora, o sentimentalismo e o materialismo.

João Henrique Wesp Castro Silveira, de nome autoral em assinado “J.H.Wesp”, nasceu em Porto-Alegre no estado do Rio Grande do Sul. Apesar do nascimento na capital, com apenas um ano já havia se mudado para Canoas, cidade da qual vive até agora e nunca se mudou.

Henrique Wesp possuía amor na escrita poética desde o começo do ensino fundamental, apesar de que foi diagnostico com Dislexia (distúrbio de aprendizagem caracterizado pela dificuldade de leitura) em 2011, dando poucas esperanças de que se pudesse haver um senso de escrita no jovem.

Porém, supreendentemente, escreveu seu primeiro poema com 8 anos, em verso-livre e sem métrica; porém, conforme o amor pela poesia se tinha expandido com o passar do tempo: a partir dos 10 anos, Wesp passou a estudar disciplinadamente metrificação, versos, fixações, etc.

Seu primeiro livro do gênero foi “Os Lusíadas” do qual se fascinou pelo épico camoniano; começou assim, por livros do período do Classicismo, Barroco (com Gregório Matos) e no Arcadismo (“Caramuru” de Santa Rita Durão sendo sua obra favorita do período junto ao poeta Bocage e o épico “O Uruguai” de Basílio da Gama).

A dislexia sempre foi presente na vida de J.H.Wesp, porém, sua mãe, Ana Cristina Wesp Castro, para auxiliá-lo e tratá-lo nessa dificuldade, contratou programas externos de educação especializados para ajudá-lo no processo, o que foi de extrema eficácia, pois graças a isso, muitas dificuldades foram rompidas por J.H.Wesp, possibilitando-o a continuação num ensino comum sem mais tratamentos individuais.

No ensino-médio, passou-se o interesse para a poesia moderno, como poetas contemporâneos como Florbela Espanca, Pablo Neruda, Ferreira Gullar, Mario Quintana (poeta de sua região) e principalmente entregou-se de amor a Fernando Pessoa e Carlos Drummond de Andrade.

Foi tomado que em 2020, J.H.Wesp passou a escrever com mais frequência, chegando a escrever 15 poemas por dia em certos períodos, com isso, em 2021 já havia escrito 47 poemas longos. Mas foi em 2022 que sua destinação se encaminhou num desfecho poético.

J.H.Wesp adquiriu livros e livros de poesias, desde a poesia antiga, como “Ilíada” e “Odisseia” de Homero, até poetas recentes como Rupi Kaur e Braulio Bessa. E a partir desse ocorrido, começou-se o projeto do primeiro livro que publicaria, “Se as Flores Falassem aos Sonetos”.

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