Gerando eus, tecendo redes e trançando nós (Direitos Humanos e Inclusão – Diversidade Étnico–Racial)

Por Margareth Maria de Melo

Sobre o livro

Como professoras e estudantes negras no cotidiano dos cursos de Pedagogia se sentem e enfocam a temática afro-brasileira nas suas redes de conhecimentos, práticas e relações?

Buscando entender as noções de raça, racismo, identidade e os limites de sua educação, Margareth Maria de Melo adentrou na história do povo negro no Brasil.

Exemplificando a luta e a resistência de mulheres negras, apresentada as histórias de vida de professoras e estudantes, e suas narrativas evidenciam indícios de racismo e discriminação que marcaram suas trajetórias, desde o seio familiar, fortalecendo-se na escola, na academia e, para algumas, chegando até ao ambiente de trabalho.

O entendimento de “ser negra” é experimentado por cada uma, sem um modelo padrão para suas existências, que foram sendo geradas nas relações com o/a outro/a, em cada contexto familiar, escolar, acadêmico e profissional.

São senhoras de suas vidas e, mesmo as mais jovens, buscam fazer suas histórias com autonomia.

Delinear a superação da visão da pessoa negra, a partir dos traços físicos, e reconhecer as raízes do povo brasileiro – para compreender a história da negritude – é inspirar atitudes de combate ao racismo que se ampliem para nosso contexto social.

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