Fraude, Corrupção, Conivência: Gestão do Combate á Agressão ao Negócio (UM Livro 1)
Por ANTONIO DE LOUREIRO GILSobre o livro
A responsabilidade de combate ao dolo (agressão ao negócio) junto ao processo / produto do negócio com TI implica na definição de procedimentos de natureza preventiva, detectiva, corretiva para: a — “stakeholders centrais”.
a.1 — “profissionais do conselho de administração” a.2 — “profissionais do conselho fiscal”. a.3 — “profissionais da alta administração”. b — “profissionais intervenientes”. b.1 — “gestores e profissionais especializados tomadores de decisão”.
b.2 — “funcionários operacionais no desempenho de suas atribuições”. b.3 — “executivos e profissionais de TI”. b.4 — “profissionais de compliance”. b.5 — “profissionais responsáveis pela metodologia para gestão da agressão ao negócio”. b.6 — “auditores de negócio com TI”.
A lógica organizacional para tratar a variável “fraude, corrupção, conivência” está definida no “sistema de controle interno” conjugado á “metodologia para gestão do combate á agressão ao negócio com TI” com a definição das tarefas de responsabilidade de “stakeholders centrais” e de “profissionais intervenientes”.
Os planos lógicos para elaborar “plano de segurança / contingência — dolo” são de natureza: 1 — figura 2: “ambiente lógico atividades controle interno e metodologia gestão da agressão ao negócio com TI”.
2 — figura 3: “natureza das (1) práticas “sistema controle interno” e (2) atividades “metodologia para gestão da agressão ao negócio”. 3 — figura 5: “estruturação das práticas e ambiente organizacional combate ao dolo”.
A ferramenta “questionário” para lidar com dolo ao negócio contempla as variáveis: 1 — “situação de perigo dolo funcional”. 2 — “nível hierárquico e tipo de atuação com dolo funcional”. 3 — “stress funcional / evento organizacional — dolo”. 4 — “FCS / SPOF — dolo”.
5 — “Plano de treinamento — dolo”. 6 — “causas / efeitos — dolo”. 7 — “Ações para evitar conivência”. 8 — “ação de punição”. 9 — “tolerância zero ao dolo”. 10 — “brainstorming / benchmark — dolo”. 11 — “risco de dolo”. 12 — “teoria da agência — dolo”.
O código do processo penal (CPP) e a variável “indício; evidência; prova” para alcance de medidas preventivas, detectivas, corretivas. Nível e modalidade da “fraude, corrupção, conivência”. 1 — exercida pela alta administração. 2 — praticada por quadrilha.
3 — concretizada por profissional individualmente. O controle interno na visão AICPA, COSO, COBIT e a variável “fraude, corrupção, conivência”.
A metodologia para gestão da agressão ao negócio com TI —- “CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK; BIN — MARCA PRÓPRIA” (cultura organizacional / comportamento profissional; contingência / incerteza / risco; problema; estratégia; ação tática / projeto; reconhecimento profissional / meritocracia).
Gestão do conhecimento e análise do risco — dolo. Variação de indicadores / métricas — dolo. Utilidade da tecnologia da informação (TI) para gestão do combate ao dolo organizacional. A “mobilidade profissional / social” é dependente da variável “fraude, corrupção, conivência”.
A ferramenta “questionário” com perguntas de natureza: 1 — análise das entidades “fraude, corrupção, conivência”. 2 — elaborar plano de segurança / contingência para combate ao dolo organizacional. Sintonia entre e-books “Processos Decisórios” e “Fraude, Corrupção, Conivência”.
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