FICÇÃO OU VERDADE AMAZÔNICA – 50 ANOS DE SILÊNCIO: UMA VISÃO DA REVELAÇÃO FANTÁSTICA DOS ANOS 70
Por Maurício L'AnnoncéSobre o livro
Com um título interrogativo, esta obra apresenta e discute fatos para o leitor ponderar.
Presume-se chegado o momento de revelações, conquanto as criaturas trazidas à vida pelos Deuses de Schwerta merecem libertar-se dos enganos, fruto de artimanhas engendradas pelos fiéis servidores dos oponentes: os deuses nefastos presentes neste mundo há milhares de anos.
O que feito do grupo por eles selecionado para governar um Império desde o passado longínquo (o povo escolhido não judeu), não se sabe, pois o silêncio articulado cobriu toda e qualquer informação a respeito.
Apenas por desconfiança, presumível que bem vigiados os que restaram, sujeitos a todo tipo de teste científico, reprimidos. Quem sabe, suas novas gerações já sejam resultado de muito controle e lavagem cerebral. Queiram os Deuses que não!
A obra a discutir, está crivada de inúmeros pontos bem controversos, e, não obstante, as acusações de ser tudo uma criativa invenção também estão, e isto estimula a necessidade de uma criteriosa análise tanto da obra quanto desses pontos.
Faz 50 anos que o índio mestiço Tatunca Nara, príncipe da nação Ugha Mongulala, oferecia ao sociólogo e jornalista alemão Karl Brugger (morto em Ipanema/RJ em 1984), as ricas informações sobre seu povo, a mais antiga tribo indígena existente.
Sua extraordinária história ensejaria um livro publicado em 1976, somente no exterior, deixando o mundo alarmado, e os afoitos arrumavam as malas às pressas para chegar ao Brasil, que já sendo foco de aventureiros por 500 anos, novamente chamava atenção dos cobiçosos.
A despeito do insuspeitável fato trazido à luz, exposto no livro que virou um best-sellers propagando a notícia mundo afora – com publicação recusada no Brasil –, desde 1968 os governos aliados já deviam conhecer todo o enredo, conquanto na sua ingenuidade buscando ajuda dos brancos para evitar a extinção de sua tribo, dava com a língua nos dentes para qualquer um disposto a dar-lhe atenção em troca de informações.
Histórias foram criadas, a tudo desmentindo, dizendo o livro uma fantasia de um alucinado.
Nessa onda de aventureiros, de repente a Amazônia lotou de missionários estrangeiros, sempre preocupados, cheios de dedicação para com os carentes índios, trazendo-lhes a cruz de Cristo e sua palavra, indicando não ter bastado a trágica experiência da época das conquistas, com os despreparados espanhóis das Navegações evocando a responsabilidade de doutrinar, todos sentindo-se missionários de Cristo.
Os mais recentes não demorariam a criar as ONGs, com entrada livre onde quer que houvesse ou haja coisas a descobrir, trazendo bênçãos quando chegam, abarrotando os bolsos quando saem, muito agradecidos aos índios, cuja extinção a caminho bem acelerado.
Passados esses 50 anos, fica-se a imaginar o que decidiram e fizeram as autoridades enquanto o povo carente e submisso carrega estrangeiros em liteiras.
Depois de ler no final de janeiro deste ano de 2022 o discutido livro Die Chronik von Akakor (1976), e buscar informações e opiniões sobre a obra, encontrado um não desprezível rol de matérias e vídeos acusando falsa a história ali narrada.
Em vista do grande interesse despertado na sociedade mundial pela controvertida matéria de visitações de seres cósmicos para implantação da raça humana, olhares mais suspeitosos vêm dirigindo-se para as alegações ali contidas, preparando a admissão de distinta verdade, visando à conscientização da realidade de nossas origens.
Quanto à disputa entre os poderosos – já que todos vivendo nesta região cósmica de livre-arbítrio –, se concedido a demônios arquitetarem seus planos, pondo-os em prática, então também consentido aos deuses engendrarem os seus, arranjando meios de combater os adversários, trazendo a presente revelação.
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