Fantasmas? Não, obrigado!

Por Mário Portela

Sobre o livro

Herda uma casa. Ganha cinco fantasmas. Perde a cabeça.

Henrique Santos, um contabilista cuja vida é regida por folhas de cálculo e lógica implacável, pensava que herdar uma herdade na Madeira era a solução para os seus problemas. Estava enganado.

O único ativo que a propriedade realmente tem são os seus residentes permanentes: um nobre arrogante do século XVI, uma freira com pavor do pecado, um capitão militar obcecado por disciplina, uma dona de casa dos anos 60 e um adepto de futebol que ainda reclama do VAR.

E, graças a uma telha mal comportada, Henrique é o único que os consegue ver.

Agora, entre as tentativas da sua namorada de transformar a ruína num retiro para influencers e os “conselhos” inúteis dos seus novos colegas de casa espectrais, Henrique tem de lutar pela sua sanidade. Mas quando um primo ganancioso decide que a única coisa que vale naquela propriedade é o terreno debaixo dela, Henrique descobre que o seu exército de fantasmas teimosos pode ser a única arma que tem.

Uma Ode à Teimosia Portuguesa em “Fantasmas? Não, Obrigado!”

Se gosta de humor sarcástico, diálogos afiados e uma crítica mordaz à sociedade moderna disfarçada de comédia sobrenatural, vai adorar a batalha de Henrique contra a burocracia, a “namastreta” e os piores colegas de casa da história de Portugal. Prepare-se para uma leitura de evasão que prova que, por vezes, a única coisa mais assustadora que fantasmas… é a família.

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