Sobre o livro
No litoral norte paulista, onde a Mata Atlântica sussurra sobre o mar, um domingo comum vira pesadelo.
Riz, uma gerente de projetos anoréxica e refém de uma prima-chefe sem escrúpulos, recebe um chamado urgente: há um cadáver no porão.
Na obra à beira-mar, conservado pelo salitre e pelo silêncio de décadas, o corpo espera. Ao vê-lo, algo se rompe dentro de Riz — uma fome antiga, visceral e incompreensível domina seus sentidos e turva sua sanidade. Os ossos falam. Os vagalumes pulsam.
E aquela coisa morta parece ter esperado por ela.
A ganância da prima pode calar a polícia, mas não pode calar os mortos. Entre visões que atravessam o sono e uma fome que cresce para além de qualquer razão, Riz descobre que foi escolhida — não encontrou o cadáver, foi encontrada por ele. Nessa jornada sombria e sem volta, ela ao menos tem a companhia de um rapaz com traços indígenas e cheiro de maré.
Mas o destino é dela. Só dela.
“Eu, a necromante” não é só uma história de terror! É uma narrativa envolvente que traz os dilemas morais às últimas consequências, cercada por personagens quebrados e complexos, sobre injustiça colonizadora, sobre vencer os limites do próprio corpo e dos próprios medos.
Este livro é ideal para quem gosta:
- Histórias empolgantes e com plot twist
- Romance histórico
- Romance gótico
- Terror
- Espíritos
- Terror psicológico
- Personagens cativantes
- Narrativas de horror existencial
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