Éramos nós: A crise americana e como resolvê–la

Por Thomas L. Friedman

Sobre o livro

Os chineses ocuparão, no século XXI, o lugar até então pertencente aos norte-americanos? Thomas Friedmam e Michael Mandelbaum se recusam a acreditar nisso.

Em uma conversa informal e agradável, discutem esse entre outros assuntos em uma viagem que começa com a construção do sonho americano e desembarca na recente crise que abalou Wall Street e o mundo.

A partir de uma escada rolante emperrada numa estação de metrô em Washington, e das 24 semanas passadas até que fosse consertada, os amigos analisam a atual letargia da sociedade em que nasceram – e de que tanto se orgulham – e discutem como enfrentar seus enormes desafios.

Eles se lembram dos valores que tornaram os Estados Unidos a maior potência do planeta, esclarecendo por que esses ideais foram abandonados.

Apresentam números chocantes, como o fato de, em 2009, os consumidores do país terem gasto mais em batatas fritas do que a quantia destinada pelo governo ao desenvolvimento de matrizes energéticas.

A partir de exemplos como esse, os autores traçam o perfil de uma nação apática, com uma dívida pública estratosférica, a infraestrutura defasada e a educação de base em frangalhos.

São questões definitivas em um mundo globalizado, no qual a revolução da tecnologia da informação está alterando completamente a circulação de pessoas, informação e serviço. Estressante demais?

É o que se perguntam os autores, para em seguida responder que “estresse é o que você sente quando não consegue entender o sotaque chinês do seu primeiro chefe – no único emprego que lhe oferecem ao sair da faculdade”.

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