Epistola de Manoel Mendes Fogaäa Dirigida de lisboa a hum amigo da sua terra, em que lhe refere como de repente se fez poeta, e lhe conta as proezas de hum rafeiro
Por José Agostinho de MacedoSobre o livro
EPISTOLA. Por certo, Amigo, que benzer te deves De me observares subito Poeta! Em proza de lÞ vim, e screvo em verso! De perfeita saude hum corpo goza, E he do contagio subito assaltado. Se entre doentes de malignas vive. Nunca grassou na Imperial Lisboa Maior contagiào de infindos Vates: He tinha que se apega, e se propaga, Como se estende no Levante a peste.
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